Músicas da Escola de Formação e Música

Olá pessoal!

Na coluna musical dessa semana, vamos ouvir as músicas feitas na Escola de Formação e Música, que aconteceu no último fim de semana.

Seguem os vídeos:

Ele me ouve:

Amo meu Senhor:

Essas duas músicas foram compostas pelos participantes, com base no Salmo 116.

A próxima música é uma versão nova para Tempo Presente, música composta por Edson Ponick e que já foi tema de Acampa Sinodal

Sobre o 8º Encontro de Musicistas e Grupos Musicais

Olá Galera! Como estão?

Bom, hoje eu gostaria de comentar um pouco sobre o 8º encontro de musicistas que aconteceu no nosso sínodo, na tarde do dia 23 de junho. Foram uma média de 80 participantes no encontro, entre jovens e anciãos, que juntos buscaram louvar à Deus.

O maestro Roberto Fabiano Rossbach trabalhou com a união de todos os musicistas, criando dois arranjos de dois hinos em que todos puderam participar, seja tocando um instrumento ou cantando. Os hinos foram: Rei dos Reis (HPD 317) e Trazemos os frutos da terra (Erli Mansk).

 

O encontro iniciou as 14h com uma conversa com o P. Alexander Busch sobre o fazer música na confessionalidade luterana. Logo após, Roberto Rossbach iniciou as atividades com o grande grupo. As 16h tivemos uma pausa para um café e depois retornamos para as apresentações individuais. Cada grupo trouxe alguma música para se apresentar. O encontro teve término as 18h.

Seguem algumas fotos do evento:

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A volta dos salmos cantados – IECLB

Em agradecimento ou súplica, a igreja evangélica de confissão luterana, com o canto comunitário, eleva seus pedidos através da liturgia (Kyrie, Gloria, Aleluia…) ou através do hinos. Estas são formas ricas de louvor que vem passando de geração em geração dentro da IECLB.

Desde 2005 foi iniciado um projeto de recuperação de outra forma de louvor: os salmos cantados. O Salmos cantados, ou antífonas, são textos bíblicos que são cantados de forma responsiva no culto. Este projeto ocupou-se com a composição destas antífonas para que possam ser utilizadas em forma de “antifonário” por toda a IECLB.

Segundo a coordenadora de música da IECLB, Soraya Eberle: “Começa-se com a antífona, cantada pela comunidade. A seguir, a/o oficiante lê as estrofes (os versos do Salmo) e toda a comunidade canta a resposta – a antífona. Assim, a antífona é o versículo que se entoa antes de um Salmo e que depois se repete, alternadamente entre as estrofes, como um refrão ou estribilho.”

Sob a coordenação do musicista Louis Marcelo Illenseer, compositores de toda a IECLB se reuniram em oficina e produziram antífonas para cada domingo. Estas composições serão disponibilizados no portal luteranos a partir do próximo mês, de acordo com o ano eclesiástico.

Agora o momento é das comunidades realizarem suas experiências com as antífonas, assim que disponibilizadas no portal. Precisamos aderir a mais esta forma rica de louvor à Deus.

Abaixo, um vídeo da antífona do Salmo 30, composição de Marcell Silva Steuernagel no encerramento da 7ª Oficina de Música do sínodo Paranapanema:

Mais informações, acesse a matéria completa no Portal Luteranos: http://www.luteranos.com.br/conteudo.php?idConteudo=22135

 

8º Encontro de Musicistas e Grupos Musicais: PARA VOCÊ QUE FAZ MÚSICA NA IGREJA!

Olá Pessoal!! Como vocês estão?

Tenho que me desculpar, ando meio afastado aqui do Blog, por muitos compromissos pessoais que me impediram de tirar um tempo para escrever aqui. Mas estou de volta!!

No meu post de hoje, gostaria de fazer um convite à todos os musicistas da JEVI! É o “ENCONTRO DE MUSICISTAS E GRUPOS MUSICAIS”, que vai acontecer no dia 23 de Junho, com início as 14h na comunidade Salto Weissbach (Blumenau). É um evento sinodal que está sendo organizado com muita dedicação para todos vocês que fazem música na igreja e colocam seus dons à serviço de Deus!

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Quem pode participar deste encontro? TODOS! Você que tem a sua banda jovem na sua paróquia, que é organista, que toca violão nos cultos, que propaga o dom da música na sua igreja, venha participar!

Como faço para participar?

É simples! Baixe aqui a sua ficha de inscrição e envie-a para o e-mail: conselhosinodaldemusica@gmail.com

SUA PRESENÇA É MUITO IMPORTANTE!! Venha participar para, juntos, louvarmos ao senhor!

“Celebrai com júbilo ao senhor, todos os confins da terra; aclamai, regozijai-vos e cantai louvores. Cantai com harpa louvores ao senhor, com harpa, voz e canto;” Salmo 98.4-5

Conheça a Rede de Musicistas da IECLB – Entrevista com Letícia Arnold

“O único fim, o único objetivo de toda música é o louvor a Deus e a recreação da alma. Quando isso se perde de vista, não
pode haver mais verdadeira música, restam somente ruídos e gritos infernais.” – J. S. Bach

420596_3064532104104_952722934_n (1)Boa Tarde Pessoal!! A entrevista de hoje vai ser com a Letícia Arnold, ela é representante da recém-formada “Rede de Musicistas da IECLB”. Esta rede foi criada dentro do “I Forum de Musicistas da IECLB” que aconteceu lá em novembro de 2012, em Porto Alegre. (Em um outro momento, falo um pouco mais sobre o Fórum).

  •  O que aconteceu no I Fórum de Musicistas da IECLB? De onde surgiu esta iniciativa?

Este tipo de evento já estava sendo comentado e aguardado na IECLB há muito tempo, e se eu não me engano, a iniciativa de montar o fórum surgiu dentro do próprio Conselho Nacional de Música. Antes do fórum, eu não havia me envolvido com nada nesse sentido, então não sei dizer precisamente da onde surgiu a iniciativa de realizá-lo.
Mas, quanto ao que ocorreu dentro do fórum, foram realizadas diversas atividades buscando refletir a música dentro de nossa igreja. Participamos de palestras, discussões, exposições de trabalhos, conversas em pequenos grupos com uma atividade específica (por exemplo, grupos de discussão sobre música e formação, ou sobre o trabalho dos regentes, ou dos organistas, etc.). E claro, como musicistas, também tocamos e cantamos um pouco! (clique aqui para acessar o Grupo Virtual do Fórum de Musicistas)

 

  • Uma das propostas que surgiram dentro do fórum é a Rede de Musicistas da IECLB, a qual você é representante. O que é esta rede? Quais as propostas para este projeto? Quem pode participar?

A Rede de musicistas é um grupo formado por musicistas atuantes na IECLB. A princípio a Rede é um um grupo aberto, ou seja, todos podem participar, mas é desejável que fique restrita àqueles que atuam como líderes e coordenadores das atividades musicais nos seus contextos . A proposta é que a Rede seja um espaço onde se possa realizar discussões e também compartilhar informações, aproximando os musicistas uns dos outros. Temos um grupo virtual no facebook, que possibilita que participantes de todo o país se comuniquem de forma bastante ágil e simples.

Isso aí pessoal!! A entrevista é MEGA curta, mas é só pra falar um pouquinho desta iniciativa que está dando os seus primeiros passos que é a “REDE DE MUSICISTAS”.

Então temos dois grupos virtuais (no Facebook) destas iniciativas! Um deles é o grupo do Fórum de Musicistas, um grupo aberto focado na troca de ideias entre músicos da IECLB. O outro grupo é a Rede de Musicistas. Este é fechado, visando a participação de líderes e coordenadores de música.

 

Abraços e até a próxima!
Matheus

Formação de músicos na IECLB – Entrevista com Isolde Mohr Frank

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Olá Pessoal!!

Preparei uma entrevista com a dona Isolde M. Frank, acessora de formação do Conselho Nacional de Música, sobre a importância da formação dos músicos na IECLB. Isolde já publicou vários livros de arranjos de hinos para instrumentos da comunidade. (Eu ganhei o livro “63 melodias do HPD”, extensão do “100 melodias”, no Conselho Nacional *-*). Dona Isolde mora em Canoas – RS e também trabalha a música dentro de sua paróquia e dentro da IECLB.

Vamos à entrevista!!

 

 

·   Dona Isolde, a senhora tem 76 anos e está firme e forte dentro do setor de música da IECLB. De onde surge tanta vontade e empenho por este trabalho?

          Meu pai era músico e pastor. Fazendo a Faculdade de Teologia, fez, também, parte do “Movimento da Juventude” que surgiu  depois da Primeira Guerra Mundial. Muitas pessoas  que perderam tudo na guerra, se perguntavam: “Que valores temos, que uma guerra não pode destruir?” Então descobriram o valor da música em geral para a formação da personalidade onde, através da música, depositam-se valores culturais, e, em especial, na igreja, onde ela cria comunhão, firma assuntos da fé, permite louvar a Deus, aprofunda consolo e esperança e onde se ora nos hinos. Aliás, sabemos que Santo Agostinho disse: “Cantar é rezar duas vezes”. Assim, através da música, se depositam enormes valores espirituais.
          Nasci em 1936 e vivenciei isto antes e durante a Segunda Guerra Mundial, quando os meus pais, no meio dos conflitos e tensões, cantavam conosco em casa e nos cultos, quando a Comunidade (mulheres em baixo, homens nas duas galerias!) cantava os hinos de Lutero, de Paul Gerhardt, etc.

·   Qual a importância da formação de músicos na IECLB?

Sem  saber ler música e sem saber tocar um instrumento melódico ou um instrumento como órgão, piano, gaita  ou órgão eletrônico (“teclado”), perdemos muitos hinos de valor. Tocar por ouvido é como viver sem saber ler: só podemos repetir o que é falado para nós. 

·   Já ouvi outrora a senhora se queixar que não há muito material de aprendizagem na IECLB. A senhora é uma das pessoas que trabalham numa melhoria destes materiais. Esta falta de material está relacionada com a falta de interesse de músicos em produzir e levar adiante, ou por falta de iniciativa da própria IECLB?

           No séc. XIX e no início do séc. XX, iniciou o ensino musical no Brasil. Baseados nos modelos da França, deu-se muito mais valor aos conhecimentos da teoria musical do que à execução da música. Assim, a matéria “música”, nos colégios, tornou-se uma matéria desnecessária, para não dizer chata, e foi tirada do currículo das escolas públicas.

            A falta do ensino musical em geral, durante 36 anos, fez com que uma geração não sabe mais que temos, na música, valores imensos, tanto na formação da personalidade como nas atividades culturais. Agora, a matéria “música” voltou, obrigatoriamente, nas escolas. Só que não temos professores. O mesmo vale para o ensino para tocar um instrumento: falta de professores e falta de material adequado para a nossa situação: isto é  trabalhar com pessoas a partir do ponto zero. Lamentavelmente, a maioria das famílias não sabe do valor da música, e por isso há falta de apoio e investimentos.

            Esta trajetória do ensino musical e esta situação tem, também, reflexos nas Igrejas. As lideranças, na sua maioria, não sabem que a formação musical faz com que os obreiros poderiam trabalhar melhor nas suas áreas se tivessem mais vivência com a música.

            Por parte da Igreja, não faltaram esforços para que se faça mais (e melhor) música. Aconteceu que se copiava material de países com outra cultura musical. Este material, para nós, era difícil demais.

·   O que a senhora tem a dizer para os jovens musicistas que pensam em desistir dos seus trabalhos devido à conflitos, impaciência ou incompreensão da parte das diretorias e presbitérios? 

Nós fazemos a música para o nosso Deus. Nós queremos que a Comunidade cante para Deus, sentindo que “a união faz a força”.

Temos que nos conscientizar e tentar conscientizar os presbíteros que há muitos estilos e que não se resolva o assunto “música” com “SOM” ou barulho, mas com diálogo, compreensão, paciência e trabalho. Conseguimos em Canoas valorizar as diferentes “linhas” da seguinte maneira:

No 1° domingo do mês usamos o HPD  e tocam: um organista, um violino e uma ou 2 flautas (todos músicos profissionais)

No 2º domingo é a banda que assume a música e se projeta as letras dos hinos

No 3º domingo têm um violão e mais um instrumento e usamos os caderninhos do movimento Encontrão

No 4º domingo toca um Conjunto Instrumental com pessoas que aprendem o seu instrumento  e que precisam ensaiar mais vezes. Por isso o pastor passa os hinos já 10 dias antes do culto para mim. Hoje tocamos com 3 flautas doce soprano, 2 flautas doce contralto, 2 trompetes e teclado. Normalmente temos um violino (professora) que cuida muito que o andamento seja  fluente

Muitos conflitos aparecem, porque as pessoas não conhecem os assuntos referentes à música. Por exemplo: Que é preciso ter partituras e que há necessidade de ensaios; que  um hino deve ser tocado na extensão tonal certo e, por isso, às vezes deve ser preparada uma nova partitura; conforme o instrumento e a pessoa que toca este instrumento, às vezes, a partitura deve ser adaptado ou facilitado. Precisamos de muita paciência e cuidado para não perder o amor à causa e o amor aos irmãos.  

 

Conselho Nacional de Música – 2013

Entre 08 e 10/03/13 reuniu-se em Itajaí/SC, o Conselho Nacional de Música em sua 41ª Reunião Ordinária. O CNM contou com a presença de 22 líderes musicais oriundos de 14 sínodos. Além dos representantes dos conselhos de música dos sínodos, contou com a presença de representantes da Obra Missionária de Metais “Acordai”; do Seminário de Música Rodeio 12; do CoLi – Conselho de Liturgia e da Rede de Musicistas e da assessora de formação do CNM Prof ª Isolde M. Frank. A IECLB esteve representada pela musicista Dr ª Soraya H. Eberle, à frente da Coordenação de Música da IECLB.

A abertura da reunião se deu, na sexta-feira a noite, com culto oficiado pelos pastores: Oziel Campos de Oliveira Junior, Alexander Busch e Marcos Butzke, no templo da Comunidade de Itajaí. Durante o sábado cada representante relatou as experiências na área da música sacra em sua região. Com isso, obteve-se um panorama da atividade musical na igreja como um todo. O grupo de metais da Paróquia de Fidelis realizou um recital para o grupo na parte da noite.

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No domingo o conselho participou de um culto com a comunidade local. A última plenária destacou os eventos de caráter anual, os quais têm “criado raízes” e atingido cada vez um número maior de lideranças musicais das comunidades. Entre estes eventos destacam-se:

  • Semana de Canto na ADL
  • Oficina de Música no Sínodo Paranapanema
  • Seminário de Música Rodeio 12
  • Seminário de Música no Sínodo Rio Paraná
  • Festival Luterano de Música
  • Encontros de Coros e de Instrumentistas
  • Oficinas de Alfabetização Musical

Na pauta do encontro esteve, entre outros temas, o futuro novo hinário; o jubileu da reforma de 2017 e o antifonário (caderno com versículos dos salmos musicados). Em 2014 o conselho será recebido no Sínodo Nordeste Gaúcho, em Ivoti/RS, entre os dias 1 e 4 de maio.

Matéria por: Cleonir Geandro Zimmermann – Presidente do CNM.

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É uma experiência muito boa e marcante, poder estar em contato com outros sínodos de outras partes do Brasil. Saber como funcionam os trabalhos de música em outros lugares. Trocar experiências e ideias. Pensar música a partir de Lutero!

E vem novidade por aí!! Nas próximas semanas, estarei publicando aqui uma série de entrevistas sobre o fazer música nas perspectivas luteranas. Aguardem!!! Além das entrevistas, bastante novidades o ideias do que rola na música da nossa IECLB!!

Abraços,
Matheus

Música como Dádiva de Deus

“A música é uma extraordinária dádiva de Deus e muito próxima à teologia. Eu não abriria mão de meus poucos conhecimentos musicais em troca de nada. Aos jovens deveria ser ensinada essa arte, pois ela forma pessoas finas e habilidosas. 

Não estou contente com aqueles que desdenham a música, assim como os fanáticos fazem; pois música é uma doação e um presente dado por Deus, não um presente dado por seres humanos (…). Eu coloco a música próxima teologia e lhe concedo o mais alto louvor.”Lutero

Essas palavras Lutero proferiu em uma de suas “Tischreden” (Conversas à Mesa). Interpretando os dizeres e ideias de Lutero, quando a música é colocada em primeiro lugar como uma dádiva de Deus, ela é elevada à teologia e isso concede à igreja a liberdade de utilizar a música sem temor. Lutero criou um cenário para que os músicos cristãos fossem livres para desenvolver suas habilidades ao máximo possível e oferecer os seus dons para louvar a Deus com sua própria criação. Não importa o quanto seja o seu conhecimento musical, mas o que importa é qual caminho você segue para louvar a Deus.

“A música que se desenvolveu na tradição luterana é a evidência eloquente de que a igreja, juntamente com seus músicos, reconheceu no paradigma de Lutero, ou seja, a música como criação e dádiva de Deus, um elemento preponderante para alicerçar o desenvolvimento de uma rica cultura musical na qual podem viver, trabalhar, tocar e louvar a seu Deus.”Carl F. Schalk

 

Conheça a Comunidade de Taizé

Taizé (França) é uma comunidade religiosa que reúne centenas de irmãos, católicos, luteranos e de diversas origens evangélicas. A Comunidade de Taizé tem um longo compromisso com Deus para toda a vida. “Que Deus realize em ti o que ele começou.”

O louvor de Taizé é altamente proclamativo. São compostos muitos hinos dentro de Taizé  e muitos músicos se doam à proclamação divina. Temos hinos compostos na comunidade de Taizé dentro de nosso HPD. Um exemplo é o hino Nada Te Turbe (HPD 453) e o próprio Glória que é muito usado dentro da liturgia luterana (HPD 346).

No site da Comunidade de Taizé, você encontra mais detalhes sobre a fundação de Taizé e um grande acervo de hinos, partituras e gravações.

Ouça obras de Taizé e orações/podcasts clicando aqui.

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Na foto, irmão Roger (fundador de Taizé) em cerimônia

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Cerimônia em Taizé

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“Rumo à nova solidariedade” (Taizé)

 

XXIII Seminário de Música em Rodeio 12

“Ao lado da palavra de Deus, a música merece nossa maior consideração. O dom da linguagem combinado com o dom de cantar foi dado ao homem que pudesse expressar a palavra de Deus através da Música.” – Lutero

Olá galeraa!!

Tudo certo com vocês? Ansiosos para o ACAMPA?? hehehehe

No meu post de hoje (bem atrasadinho, rsrsrs) vou falar sobre o Seminário de Música que acontece anualmente em Rodeio 12! Este ano foram pouco mais de 80 inscritos, juntando mais de 100 seminaristas incluindo professores e colaboradores.

Demorei um pouquinho para postar porque estava preparando tudo. EU FIZ UM VIDEO-POST o/ do dia a dia do Seminário de Música e dos principais momentos.

O Seminário de Música é uma ótima oportunidade para os músicos do sínodo (não só o vale do itajaí, mas muitos outros) se integrarem e fazer o que há de melhor: MÚSICA! E aprender de tudo um pouco!

A programação do seminário foi bem intensa:

7h – Café da Manhã
8h – Meditação
8h15 – Oficina
9h50 – Lanche
10h15 – Grande Grupo
12h15 – Almoço
14h – Grande Grupo
15h30 – Café
16h – Oficinas
19h – Janta
20h – Oficina Opcional
21h30min – Meditação final do Dia

Como podem ver, momentos para comer estudar música não faltam!!

O que era o grande grupo?

O grande grupo se dividia em duas partes: CORO e Orquestra.
Na orquestra, participava os seminaristas que tocavam instrumentos de cordas (violino, violoncelo) e instrumentos de sopro. O restante dos seminaristas participavam do CORO, onde se dividiam nos respectivos naipes (baixo, tenor, contralto e soprano).

Gostaria de deixar aqui um conselho para todas as comunidades e paróquias, principalmente para as diretorias, para que PAGUEM o seminário para seus jovens! Invistam nos dons que a comunidade possui! E jovens, cobrem das diretorias para que paguem o Seminário para vocês! Não custa nada pedir, não é?
Vou dar o exemplo da paróquia de Timbó que hoje paga 8 bolsas integrais para o seminário de música em Rodeio 12, para seus jovens. 2 Bolsas por comunidade! Seria ótimo se todas as outras paróquias fizessem o mesmo e investissem na música dentro da comunidade! 😉

Por hoje é isso!

Até no ACAMPA,
Matheus P.